quarta-feira, 15 de junho de 2016

Barulhos na Noite!


Barulhos na noite.

.... Quem nunca ouviu barulhos na noite? ... A noite é densa, como uma crença...

... A noite é densa... Como uma dança entre dois corpos, à noite e o medo...

... A criancinha corre para debaixo das cobertas, tremendo de medo...

... A mulher abraça o homem, com medo...

 ... O frio, como um assovio, numa noite de vento, sobe sua espinha, te fazendo tremer...

... Os galhos das arvores, Tum, Tum, Tum... Na sua janela, até quebrá-la para deixar o vento e o medo entrarem e fazerem de seu quarto, sua morada.

... Os galhos e folhas secas são como alto falantes, para o barulho.

... “ Ate um rato vira um leão, com folhas no chão.” ... como dizia um sábio em sua citação...

... Existe o medo no pensar e o barulho no silencio...

... À noite é silenciosa, por isso é barulhenta... A noite só é silenciosa...

.... Como o ultimo sopro de vida de um morto, enquanto grita por dentro, clamando socorro...

... Sua vida... Seu Sonho... Tudo... É seu pesadelo...

... A noite é apenas silenciosa... Mas ainda ouvimos barulhos...

... A noite é apenas silenciosa... Mas ainda ouvimos...

... A noite é apenas silenciosa... Mas ainda...

... A noite é apenas silenciosa... Mas...


Tremam de medo, em uma noite fria. Bons medos, para vocês!



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A Lenda do Homem-Morto!



Eram 23h43 minutos quando recebi um chamado, desesperado do policial Josias. Seus dizeres foram estes: “-... por favor, venha logo...”.

O policial Hernando pegou seu coldre com sua pistola, pegou cacete e algemas também. Por fim juntou seu cape, que estava repousado sobre a cadeira e saiu às pressas, ate a viatura de policia. Hernando sabia aonde Josias podia estar, pois a ele foi dito que fosse avistar um fatídico acidente que ocorreu na Br101.

Ao se aproximar do local, Hernando que estava a uns 100 metros de distancia, avista dois carros em pedaços. Hernando desse da viatura policial, se aproxima da viatura, sem ainda avistar o policial, Josias. Ele se aproxima ainda mais de um dos carros envolvidos no acidente. Estes com uma família, completamente morta. Ao se aproximar do outro carro, avista Josias, escorado na frente do carro, sobre os holofotes da luz de um dos faróis do veiculo. Hernando se aproxima do corpo de Josias, segurando-lhe os ombros.

Hernando o sacode perguntando: “- O que houve aqui Josias? Por que nos chamou com tanta urgência?”. Josias sem falar nada, apenas aponta para uma arvore, perto do local do acidente, que pouco iluminada estava. Havia um corpo sobre ela repousado. Um corpo todo ensanguentado, que parecia não ter mais vida. Josias disse a soluços: “- Eu atirei oito vezes nele, mais ele não morreu... Quando cheguei aqui ele estava entrelaçado com as ferragens e foi o único que sobreviveu deste acidente...”. Enquanto o policial Josias balbuciava, suas palavras sem nexo, o corpo que na arvore jazia, ia se postando de pés. O policial Hernando se afastou sacando sua arma do coldre e atirou sem pensar, no mínimo seis vezes. Mas nem isso fez o corpo parar. Na manha seguinte outras viaturas se aproximaram do local, a procura de Hernando e Josias. Tudo estava na cena do crime, como as testemunha descreveram, menos o motorista do segundo carro à direita, nem Hernando, muito menos Josias. Só sangue havia lá, por todo o lado...



“Aqueles que querem viver, são os primeiros a morrer... Aqueles que querem morrer, vivem eternamente vagando sobre a terra, com suas lacerações e feriadas.”

J.S.Rech


Bons pesadelos! E ate a próxima, meus camaradas!



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